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CERSAIE 2018: TENDÊNCIA E ESTILO EM REVESTIMENTOS CERÂMICOS E MOBILIÁRIO PARA BANHEIROS

Sim, isso é uma cerâmica. “The reading room” – @marazziceramiche  via IG @cersaie.

A Cersaie, Exposição Internacional de Revestimentos Cerâmicos e Mobiliário para Banheiros é considerada o evento mais importante da indústria ceramista mundial e acontece anualmente em Bolonha, na Itália.

Confira a edição na qual estive presente pessoalmente aqui. 

@alfaluxceramiche via IG @cersaie

Esse ano, entre os dias 24 e 28 de setembro, produtos e locais de trabalho saudáveis, produção sustentável, cuidado com o meio ambiente, foco no contexto internacional e o papel da Europa na corrida global são temas-chave explorados na conferência inaugural mas também no contexto da feira em si, através das propostas apresentadas.

“Nextone” – @stile.italia.ceramiche via @cersaie.

A Cersaie é como uma fashion week dos revestimentos cerâmicos e mobiliário para banheiros. As superfícies cerâmicas se vestem das tendências que andam lado a lado com a moda, inclusive com grandes nomes do setor assinando coleções – como Valentino e Roberto Cavalli, que você confere nas imagens abaixo:

“Majestic” by Valentino – @ceramichepiemme via IG @cersaie.

“Glam” –@robertocavallihome_interiors – via IG @Cersaie.

A tendência maior parece ser o sob medida, já que as fábricas apresentam propostas cada vez mais variadas em catálogos cada vez mais amplos, para assegurar que o desejo do cliente seja atendido. Uma espécie de sob medida industrial, se é que isso é possível.

Um dos destaques apresentados na mostra são as fissuras invisíveis sulcadas a jato de água, aos grandíssimos formatos, onde a estética é beneficiada pela tecnologia de ponta.

Tamanhos extraordinários na #Ava – @italcergroup  – via IG @cersaie.

O mosaico retorna com força, o geométrico hiperrealista também encontra a sua vez. Técnicas milenares e digitais se encontram para produzir efeitos intrigantes, sugestivos.

“Twenty” – @edimaxastor_ceramiche – via IG @cersaie..

“Cocciopesto” – @ragno_ceramiche – IG via @Cersaie.

Imagem ©Divulgação.

Do encontro entre o vidro e polímeros resulta a série Vetrite, peças de grandes dimensões que são a evolução do mosaico em escala GG. Como sempre, o aspecto tridimensional tem seu lugar na mostra, como é o caso do 3D Dust.

Aquele mármore que você respeita by @lafabbricaceramiche @italcergroup – via IG @Cersaie.

A Cersaie é bem democrática, é um espaço para arquitetos, designers de interiores e não só, já que artistas gráficos também colaboram com muitas fábricas de cerâmica no desenvolvimento de prints e texturas exclusivas para as superfícies. Além disso, conferências, treinamentos e meetings são realizados durante o evento: tão plural que existe um espaço dedicado a workshops e demonstrações sobre como assentar revestimentos 🙂

“Magnolia” – @ceramichesettecento  – via IG @Cersaie.

Imagem ©Divulgação.

Imagem ©Divulgação.

Tilling town na Cersaie 2018

Tilling town ou algo como “cidade do ladrilho” é o nome dado ao espaço onde acontecem treinamentos diversos sobre como instalar os revestimentos cerâmicos – e hoje em dia uma infinidade de maneiras são possíveis. Imagine você que cada desenho numa cerâmica pode derivar mosaicos diversos, além da gráfica, com peças de tamanhos diferentes também.

Imagens via IG @Cersaie.

Carla Juaçaba

A arquiteta brasileira Carla Juaçaba é um dos nomes em destaque na Cersaie 2018, realizando uma conferência que faz parte do programa cultural “construindo, habitando, pensando” presente no evento. Em 2013 Carla foi vencedora do ArcVision Woman and Architecture Prize, e sua prática profissional envolve projetos públicos e privados para casas e programas culturais.

Abaixo, mais alguns destaques e tendências na mostra:

Banheiros

Todas as imagens via IG @Cersaie e Divulgação.

Texturas & tons de cinza

Todas as imagens via IG @Cersaie.

Algumas cores

Todas as imagens via IG ©Cersaie.

A Cersaie é, portanto, uma das principais referências para profissionais da arquitetura, design de interiores, construção e até mesmo a moda. Num mundo onde os universos se visitam, dialogam, sobrepõem, é interessante observar que até mesmo um evento sobre cerâmicas e banheiros desperte tanta curiosidade e tenha tanta repercussão quanto a Cersaie.

Para acompanhar de perto:
www.cersaie.it
IG: @cersaie
facebook.com/cersaie

 

COWORKING: ARQUITETURA E INTERAÇÃO

The Great Room – considerado um dos coworkings mais belos do mundo, em Singapura.

O conceito de coworking surgiu em 2005, pelo americano Brad Neuberg, programador que buscava uma forma diferente de trabalhar depois de se desligar da empresa onde era funcionário. Neuberg tentou durante um certo tempo trabalhar de um Coffee Shop, mas logo percebeu que um espaço mais tranquilo, que ainda guardasse a interação entre pessoas de diversos segmentos, seria para ele o ideal.

A partir de uma estrutura básica com mesas, acesso à internet e impressora, Neuberg definiria o conceito do coworking no século XXI, um dos modelos de espaço de trabalho que mais crescem no mundo todo. Profissionais que não podem arcar totalmente com as despesas de um escritório particular, ou até podem mas entendem que suas profissões se beneficiam do compartilhamento e network (profissional e intelectual) proporcionados pelo coworking.

Estrutura

Imagem via Galeria da Arquitetura

Como dito anteriormente, existe uma estrutura básica de funcionamento – mesas, internet, impressora, cafezinho -, mas a verdade é que o céu é o limite na hora de equipar e oferecer serviços conexos ao coworking. Ar condicionado, sala de reunião, equipe de limpeza, televisão, projetor e por aí vai, entendendo que quanto mais bem equipado maior vai ser a mensalidade do local. Alguns FabLabs, por exemplo, são também espaços de coworking. Nesse caso, até mesmo impressoras 3D e corte a laser são oferecidos.

Imagem via sociale.it

Design e liberdade são características apreciadas pelos millenials, principais responsáveis pelo sucesso imediato dos espaços de coworking no mundo. O estilo industrial toma conta dos ambientes, com um apelo bastante funcional no mobiliário.

Coworking: um lugar para millennials?

Coworking num casarão revitalizado no Rio – imagem via casa.com.br

Tudo indica que esses espaços nasceram para os millennials, grupo de pessoas nascidas entre 1980 e 2000, que possuem hábitos e comportamentos de consumo completamente diferentes da geração anterior. Por exemplo, são conhecidos por viverem com os pais até mais tarde, entrando no mercado imobiliário apenas aos 45. Habitantes de um mundo que vive a era do compartilhamento, esse feeling proposto pelos coworkings cai muito bem para essas pessoas. Ou seja, pelo espectro da evolução, podemos dizer que novos formatos de convivência no trabalho  – como foi o coworking – estão prestes a surgir.

Coworking, arquitetura e arquitetos

Imagem via The Spaces

O modelo do espaço do coworking tem atraído bastante profissionais do design e arquitetura que, ao invés de enxergar-se como concorrentes, entendem como uma  grande oportunidade de parceria. Ampliando a rede de contatos, encontrando profissionais complementares e dentro de uma atmosfera dinâmica, os projetos dos clientes tende a ganhar com essa nova forma de se relacionar dentro do ambiente de trabalho.

Para os arquitetos que estão começando a carreira pode ser uma ótima saída para economizar e aprender novos skills além dos aprendidos na faculdade. Capacidade de negociação e socialização são algumas das vantagens de se compartilhar um espaço de trabalho com outras pessoas, principalmente de outros segmentos – aprendizado para se levar para a vida inteira.

Imagem via Dove viaggi

O site CoworkingBrasil.org tem uma lista de espaços compartilhados no seu database. Nesse link você pode conferir se na sua cidade existe um perto de você e, quem sabe, começar a planejar o aluguel de uma mesa para você 😉

Já passou por essa experiência? Gostaria de saber. Deixe seus insights sobre coworking nos comentários. Quais são as vantagens e desvantagens na sua opinião?

E até o próximo post!

33a. Bienal de São Paulo 2018: Afinidades Afetivas

Abertura da #33bienal. © Leo Eloy / Estúdio Garagem / Fundação Bienal de São Paulo

A 33a. Bienal de São Paulo 2018: Afinidades Afetivas está em cartaz até o dia 9 de dezembro desse ano e traz novidade: nessa edição, os artistas convidados não são guiados pelo um fio condutor de um tema único.

Ao invés disso, Gabriel Pérez-Barreiro, curador-geral, apresenta sete mostras coletivas organizadas por artistas-curadores convidados. Então é assim: cada artista organiza sua própria mostra, de forma livre na escolha de outros artistas e obras, com um tema diverso do outro. A única orientação é que incluíssem trabalhos de sua própria autoria na seleção.
Obra de Antonio Ballester Moreno durante abertura da #33bienal
© Leo Eloy / Estúdio Garagem / Fundação Bienal de São Paulo

O título escolhido para o evento, Afinidades afetivas, remete ao romance de Johan Wolfgang von Goethe “Afinidades eletivas (1809) e aà tese “Da natureza afetiva da forma na obra de arte” (1949), de Mário Pedrosa.

 

Apesar de ter um título, esse não pretende direcionar a temática da mostra, que privilegia questões sobre a atenção, experiência do público e dos artistas envolvidos. A proposta é provocar uma reação a um mundo de verdades prontas, no qual a fragmentação da informação e a dificuldade de concentração levam à alienação e à passividade.

Artistas comissionados na 33a. Bienal de São Paulo 2018

O curador Pérez-Barreiro explica que “são pesquisas complexas que funcionam individualmente e não precisam de um contexto adicional para que o espectador se relacione com os trabalhos”. Oito artistas comissionados no evento têm em comum o desenvolvimento de trabalhos que não se encaixam numa estrutura temática.

Maria Laet (Brasil, 1982) apresenta uma obra inspirada pelo cotidiano, assim como Vânia Mignone (Brasil, 1967) – ainda que em suportes diferentes. A primeira exibe um novo vídeo na 33a. Bienal de São Paulo 2018: Afinidades Afetivas. A segunda, por sua vez, traz pinturas inéditas que falam sobre o lirismo da música popular Brasileira.

Nelson Felix (Brasil, 1954) mostrará uma nova obra composta de três momentos. Os dois primeiros (ausentes no espaço expositivo da Bienal) são uma ação física no continente americano que catalisa o projeto e uma peça subsequente que sintetiza o trabalho como um todo, situada em um espaço público na cidade de São Paulo. O terceiro momento, exibido no Pavilhão da Bienal, compreende uma série de esculturas concebidas pelo artista como uma canção para o projeto.

Bruno Moreschi (Brasil, 1982) e Luiza Crosman (Brasil, 1987) escapam de suportes tradicionais, propondo um pensamento sobre a Bienal, através de um arquivo de experiências não oficiais, composto por uma série de documentos. Crosman atua sobre práticas constitutivas da Bienal, que sob o seu onto de vista não requerem ser imutáveis.

Alejandro Corujeir (Argentina, 1961) traz uma concepção formal leve e fluida da natureza, com esculturas e pinturas. Denise Milan (Brasil, 1954) realiza esculturas e instalações com grandes pedras e cristais.

Zazie Edições, Pedro Moraes e Negalê Jones maximizam o efeito do projeto coletivo que apresentam, abordando assim o conceito de escala. De forma pessoal e poética, Tamar Guimarães (Brasil, 1967) une a abordagem critica sobre instituições e preocupações poéticas e narrativas, usando o suporte audiovisual. O vídeo foi  produzido a partir de uma leitura de Memórias póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, realizada em colaboração com atores profissionais e não profissionais e adaptada ao contexto institucional e à história da Fundação Bienal.

 

Confira a lista completa de artistas na mostra aqui.

Horário de funcionamento:

Ter, qua, sex, dom e feriados: 9h – 19h (entrada até 18h)

Qui, sáb: 9h – 22h (entrada até 21h)

O evento fica fechado às segundas-feiras e a entrada é gratuita.

CASA FIRJAN: NOVO CENTRO DE INOVAÇÃO É INAUGURADO

Entre o passado e o futuro, arquitetura do complexo preserva a história do Palacete Linneo de Paula Machado em simbiose com novo prédio de características contemporâneas.


Imagem via Veja Rio

A Federação Nacional das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) acaba de inaugurar um centro de inovação em Botafogo, no Rio de Janeiro, batizado de Casa Firjan. Com um investimento de 119 milhões de reais, são 10 mil metros quadrados de terreno e 7500 de área construída. O complexo cultural reúne um casarão histórico, um prédio contemporâneo com quatro andares, duas casas geminadas e um jardim.

A ideia do espaço é servir como um cluster de formação profissional para os mais variados segmentos da Indústria Criativa. O projeto é assinado pelo Atelier 77 e a sua proposta é conectar as áreas internas e externas de forma fluida. O novo edifício tem três pavimentos, fachada de vidro e dois blocos que conectam o primeiro e o último andar.

Imagem via Veja Rio

O planejamento privilegia ainda sistemas de refrigeração e iluminação de baixo consumo de energia e reaproveitamento da água da chuva, num sistema verde. Tal estratégia garantiu um prêmio de arquitetura sustentável ao projeto.

Palestras, workshops, cursos, aulas imersivas e laboratórios, além de atividades culturais, como exposições, apresentações musicais, sessões de cinema ao ar livre e um restaurante fazem parte da multiplicidade de opções para ocupar o local. Como declara o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, em recente entrevista para a Veja Rio, “A multiplicidade é uma das marcas da inovação. Por isso, seremos um local conectado com outras referências dessa área. Aqui a divergência ideológica e o conflito de gerações serão bem-vindos”.

Imagem via Veja Rio

Imagem via Veja Rio

Imagem via Veja Rio

Uma das referências para a ideia é o Waag Society & Fablab, de Amsterdã e o Space 10, de Copenhague. Através de plataformas de mobilização e difusão, o centro pretende trabalhar com a economia do conhecimento. Uma das referências para a ideia é o Waag Society & Fablab de Amsterdã e o Space 10 de Copenhague. Através de plataformas de mobilização e difusão, o centro pretende trabalhar com a economia do conhecimento. A ideia é estabelecer parcerias de forma a criar uma rede de colaboradores com diferentes saberes.

Palacete Linneo de Paula Machado

O Palacete Linneo de Paula Machado remonta o início do século XX, com estilo eclético francês e assinatura pelos arquitetos Joseph Gire e Armando da Silva Telles (o Palácio Laranjeiras também é deles). A imponente construção conta com um pórtico destinado a carruagens, vitrais e pisos em mosaico de madeira e pastilhas de vidro com folhas de ouro. Exemplo cada vez mais raro do gênero arquitetônico no Brasil, assim tão bem preservado, é mais um motivo para visitar a casa Firjam.

A programação inicial do centro de inovação tem como tema a transformação, com exposição de fotos e objetos que retratam os pioneiros da indústria no Rio de Janeiro às mudanças profissionais vivenciadas nos últimos anos. Um túnel interativo também está sendo montado no jardim da casa. Os preços são populares, 10 reais a inteira ou 5 reais para idosos, estudantes e moradores de Botafogo. Da próxima vez que estiver no Rio, vale o passeio!

 

CASACOR MINAS GERAIS 2018: SUPERANDO OS LIMITES DO ESPAÇO COM ESTILO

Aberta desde o dia 7 de agosto, a Casacor Minas Gerais fica aberta até 16 de setembro de 2018, em Belo Horizonte. É a 24 edição do evento, que acontece mais uma vez no Conjunto Arquitetônico da Praça da Estação, reafirmando a intenção da mostra no resgate histórico e reflexão sobre o centro da capital mineira.

São 13 as edições realizadas em imóveis tombados. Dessa forma, os organizadores da Casacor Minas Gerais contribuem para a importância da preservação da memória e identidade cultural da cidade, além de gerar visibilidade e acessibilidade a esse imóveis.

Como viver bem em espaços cada vez menores

Superar os limites do espaço com estilo é um dos desafios propostos pelo tema dessa edição da Casacor Minas Gerais. 51 pequenos espaços foram ambientados pelos mais de 80 profissionais que assinam o evento, propondo soluções inteligentes, integradas e em conexão com a natureza, já que muitas plantas e espaços verdes e de vida foram inseridos no contexto de cada situação.

Alguns ambientes na Casacor Minas Gerais 2018

Um pequeno resumo do que acontece na mostra:

Retrospectiva Arquiteto Carico, de Júlia Gontijo Dumont e Tina Barbosa.

Imagem Jomar Bragança – via Casacor

Os 40 anos de profissão de Carlos Alexandre Dumont, conhecido como Carico, são celebrados por Júlia Gontijo Dumont e Tina Barbosa, que reeditaram os móveis assinados por ele e trouxeram peças de outras participações do arquiteto na Casacor Minas Gerais, recriando o seu escritório.

Gabinete 71, de Felipe Soares e Sarah James.

Imagem Jomar Bragança – via Casacor

O handmade é valorizado nesse espaço, que trabalha com peças singelas como os módulos da biblioteca horizontal e a mesa Torii, desenho da dupla. O tapete em sisal cria uma transição entre as madeiras da mesa e do piso. As cores da cadeira, poltrona e parede suavizam o ambiente e a luminária é de Charlotte Perriand.

Sala Restauro, de Geraldo Ferreira.

Imagem Gustavo Xavier – via Casacor

Sala restauro ganhou esse nome pois é exatamente inspirada no trabalho de prospeção da antiga pintura do casarão, com paredes em boiseries, super trend clássica que trabalhei na Mostra Jade 2018, lembre aqui. Todos os itens nesse ambiente ganha “status de arte”, como é o caso da poltrona de Niemeyer ou a luminaria flutuante sobre a sala. Destaque para a instalação João Congo.

Estar, de Bernadete Correa e Manu Lolato.

Imagem Jomar Bragança – via Casacor

Estilo e história no ambiente assinado por Bernadete Correa e Manu Lolato. Cada objeto é proveniente de uma geração diversa, e a cor vermelha e o print pied-de-poule garantem a “interessância” do espaço. As molduras pretas também são super legais produzem um efeito gráfico nas paredes.

Loft Compacto do Jovem, por STUDIO SIMPLÍ (André França, Paula Freitas e Rute Zocrato).

Imagem Gustavo Xavier – via Casacor

A sobriedade do preto é destacada pelo branco e rosa no ambiente, planejado de modo muito funcional. Um mezanino super charmoso é o lugar de dormir, acessado por uma escada muito discreta, minimal. Ultramoderno.

Loft, de Ana Bahia.

Imagem Jomar Bragança, via Casacor.

Pé direito alto, big windows, a estética do “erro”, do feio (tendência) das paredes descascadas é valorizada com uma demão de verniz. Aliás, todo o ambiente evoca conforto e tendência, do verde musgo ao material aveludado do sofá, ao pufe com pele fake, ao tecido listrado em P&B que reveste a cama, às folhagens naturais no ângulo do espaço.

Café, de Juliana Vasconcelos.

Imagem Daniel Mansur, via Casacor

O diálogo interessante das cores do sofá e paredes – combinação para ficar de olho – é emoldurado pelo restante do mobiliário.

Quarto origens, de Cynthia Silvia.

O ambiente da casa de campo que mescla simplicidade, conforto e tons naturais parece ser a inspiração para Cynthia Silvia, que arremata tudo com a assinatura autoral do mobiliário, em Angelim e palhinha. A banheira é esculpida em pedra sabão e a poltrona Mole de Sérgio Rodrigues dá o toque final ao ambiente.

Curtiram? Acesse o site oficial do evento aqui para conferir mais ambientes e descobrir por que você deveria visitar a Casacor Minas Gerais. Mais informações abaixo:

07 de agosto a 16 de setembro de 2018

Terça a sexta das 15h às 22h

Sábado das 13h às 22h

Domingo e feriado das 13h às 19h

Casarão da Rua Sapucaí

Rua Sapucaí, 383 – Belo Horizonte – MG

Quanto: a partir de 25 reais (entrada avulsa) ou preço único 150 reais (passaporte): https://bit.ly/2LEBaTa

Contato(31) 3286-4587

contato@casacorminas.com.br

 

 

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